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Reconstituição dos assassinatos de Bruno e Dom é concluída no AM

Os peritos do Instituto Nacional de Criminalística e da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas usaram luminol para coletar amostras nas canoas da família de Amarildo

Do portal @emtempo.com

Após seis de trabalho, a reconstituição dos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips foi concluída no último domingo (3). Neste último dia foram coletados amostras em duas canoas que pertencem à família de Amarildo da Costa Oliveira, um dos suspeitos das mortes.

Durante os trabalhos, os suspeitos, Amarildo, o irmão dele Oseney da Costa de Oliveira, o “Dos Santos, e Jeferson da Silva Lima, o “Pelado da Dinha”, foram levados ao local do crime.

Os peritos do Instituto Nacional de Criminalística e da Superintendência da Polícia Federal do Amazonas usaram luminol para coletar amostras nas canoas da família de Amarildo.

A reconstituição dos fatos relacionados ao crime começou na terça-feira (28), quando a PF fez uma simulação com a lancha utilizada por Bruno e Dom e com a embarcação usada pelos suspeitos, no dia do crime.

Relembre o caso

Dom Phillips, que era colaborador do jornal britânico The Guardian, e Bruno Pereira, servidor licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai), foram vistos pela última no dia 5 de junho, na região da reserva indígena do Vale do Javari, a segunda maior do país, com mais de 8,5 milhões de hectares.

Eles se deslocavam da comunidade ribeirinha de São Rafael para a cidade de Atalaia do Norte, no Amazonas, quando sumiram sem deixar vestígios.

Após dias de buscas, os corpos das vítimas foram encontrados, no dia 15 de junho, enterrados em uma área isolada.

Conforme o superintendente da PF do Amazonas, Alexandre Fontes, não seria possível chegar ao local dos corpos sem a confissão de Amarildo da Costa Oliveira, o “Pelado”, pois a área é de difícil acesso.

“O primeiro preso, “pelado”, voluntariamente confessou a prática criminosa. Ele narrou com detalhes e apontou o local onde foram enterrados os corpos e nos levou até o local. Foi realizada toda reconstituição do crime e depois fomos até o local, que é de difícil acesso e isolado”, explica o superintendente.

Segundo ele, a lancha de Bruno e Phillips foi afundada propositalmente. Depois disso, os suspeitos caminharam por 25 minutos até ao local, onde enterram os corpos.

“Foram colocados sacos com terra para afundar a lancha no rio. Já temos a localização e será retirada do local”, disse.

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