Amazonas Segurança Pública

Pessoas com ensino superior e maior renda são as que mais usam cinto e capacete no AM

Habitantes no Amazonas com ensino superior completo e renda maior são os que mais usam regularmente o cinto de segurança no banco da frente dos automóveis e capacete ao pilotar motos, mostra a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada no sábado, 8. Os dados são de 2019.

AMAZONAS.ATUAL – Entre as pessoas sem instrução e com o ensino fundamental incompleto, 59,5% disseram que sempre usaram o cinto de segurança, enquanto o percentual de pessoas com superior completo foi de 85,4%. O uso do cinto também foi superior entre as que tinham maior rendimento: 92,1% das pessoas com cinco salários mínimos ou mais usam o cinto, enquanto o percentual das pessoas sem rendimento ou com até um quarto do salário mínimo de renda era de 50,7%, no Amazonas.

Em Manaus, 86,8% das pessoas sem instrução e com o ensino fundamental incompleto sempre usaram o cinto de segurança, enquanto a porcentagem de pessoas com superior completo era de 91,9%. O uso do cinto também foi superior entre aqueles com maior renda. 93,3% das pessoas com cinco salários mínimos ou mais usam o cinto, enquanto o percentual das pessoas sem rendimento ou com até um quarto do salário mínimo de renda era de 76,6%.

Em todo o estado, 71% das pessoas de 18 anos ou mais de idade declararam que sempre usam o cinto de segurança no banco da frente quando dirigem ou andam de carro, inclusive táxi, aplicativo de transporte e similares. O percentual foi superior apenas ao do Maranhão (57,7%) e Piauí (54,9%).

Grupos de idade mais elevados (77,6% para pessoas de 60 anos ou mais) apresentaram os maiores percentuais, ao passo que, os mais jovens (63,4% para pessoas de 18 a 29 anos) atingiram os menores percentuais.

Não será necessário sair do carro para pegar documento (Foto: Detran-AM/Divulgação)
Em Manaus, a adesão ao cinto de segurança foi maior se comparado ao estado (Foto: Detran-AM/Divulgação)

Em Manaus, a adesão ao cinto de segurança foi maior se comparado a todo o estado, mas ainda é inferior a outras capitais. Na capital amazonense, 85,4% das pessoas de 18 anos ou mais de idade disseram que sempre usaram cinto de segurança no banco da frente quando dirigiam ou andavam de automóvel, incluindo táxi, aplicativo de transporte e semelhantes. O percentual foi superior apenas ao de Rio Branco (84,1%), Teresina (80,3%), Rio de Janeiro (79,9%) e Macapá (79,7%).

Os idosos são os mais preocupados com o equipamento de segurança: 89,9% para pessoas de 60 anos ou mais disseram usar o cinto. Já entre os mais jovens – de 18 a 29 anos -, 77,5% disseram usar o equipamento.

Banco de trás

O uso do equipamento de segurança foi ainda menor entre os passageiros do banco de trás. Em todo o estado, a proporção de pessoas que sempre usavam cinto de segurança no banco de trás quando andavam de carro foi de 44,0%, em 2019. Os domicílios com menores rendimentos exibiram percentuais mais baixos (32,2%) deste indicador, enquanto domicílios com maiores rendimentos evidenciaram percentuais mais elevados (46,0%) de utilização do cinto de segurança no banco traseiro.

As pessoas com 60 anos ou mais usam mais o cinto no banco de trás (53,2%) do que a faixa de 18 a 29 anos (34,1%). E comparando o uso por escolaridade, as pessoas com ensino superior completo utilizavam mais o cinto no banco de trás (49,4%) em relação às pessoas sem instrução ou com ensino fundamental incompleto (40,8%).

Em Manaus, 50,0% das pessoas com 18 anos ou mais declararam que utilizam o cinto no banco de trás. Na capital, as pessoas com 60 anos ou mais também utilizavam mais o cinto no banco de trás (59,0%) do que as pessoas de 18 a 29 anos (39,6%).

Capacete
capacete
Amazonas teve o terceiro índice mais baixo do país em relação ao uso do capacete (Fotos: Marcelo Lima/Semcom)

O Amazonas teve o terceiro índice mais baixo do país em relação ao uso do capacete. Das pessoas que informaram dirigir motocicleta, 61,6% sempre usam capacete. Este índice é o terceiro mais baixo do país, acima apenas do percentual do Pará (55,0%) e Piauí (43,3%). Em Manaus, este índice é de 86,5%, 24,9 pontos percentuais a mais, em relação ao índice do estado.

No Amazonas, mulheres usam menos o capacete do que os homens. 64,8% dos homens afirmaram que utilizavam sempre o capacete ao dirigir motocicleta, enquanto entre as mulheres o percentual foi de 52,4%. Em Manaus, 90,0% dos homens declararam que utilizam sempre o capacete, enquanto somente 72,5% das mulheres disseram utilizar.

Considerando as divisões por faixa etária, os mais jovens (18 a 29 anos) utilizavam menos o capacete no Estado (55,1%), enquanto os mais velhos (60 anos ou mais) usavam em maior percentual (70,5%).

No que diz respeito ao uso do equipamento de segurança por grau de instrução, não houve variação significativa entre o uso por pessoas sem instrução e por pessoas com ensino superior completo. Mas considerando o rendimento das pessoas, aquelas sem renda ou com renda de até um salário mínimo utilizavam bem menos o capacete ao dirigir (46,7%) do que aquelas com os rendimentos mais altos (79,3%).

Passageiros
motos
Em Manaus, 80,5% dos passageiros disseram sempre usar capacete (Foto: João Viana/Semcom)

O estado também teve um dos menores índices de uso de capacete por passageiros. 56,6% das pessoas informaram sempre usar capacete como passageiros de motocicleta. O percentual do Amazonas é um dos cinco menores do país, ficando acima apenas dos percentuais do Piauí (48,0%), Maranhão (49,0%), Paraíba (52,2%) e Pará (53,4%).

Entre aquelas com nível superior completo, este percentual foi de 64,8%, e entre aquelas com menor escolaridade foi de 40,6%. Observou-se também uma nítida distinção no hábito de uso do equipamento entre pessoas de 18 a 29 anos (58,0%) e pessoas na faixa de 60 anos ou mais (46,1%).

Na capital, a porcentagem das pessoas que informaram sempre usar capacete como passageiros de motocicleta foi de 80,5%, 20,4 pontos percentuais a mais do que no Amazonas. Observou-se também a distinção no hábito de uso do capacete entre pessoas de 18 a 29 anos (80,7%) e pessoas de 60 anos ou mais (64,8%).

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