DENTRO & FORA

Vislumbrando o Portal da Transparência, um caso chama a atenção, pelo menos 109 contratados (cargos comissionados) de apenas dois Clãs familiares, ora representantes dos Poderes municipal, configurando possível caso de nepotismo. E o impacto financeiro/mês pode ultrapassar a soma de R$ 260 mil, com os reajustes promovidos pela atual administração para os cargos comissionados com salários que chegam a mais de R$ 7.000,00.
Uma pergunta. Como anda, o caso da Reintegração da segunda turma de Servidores do Concurso do Ex-prefeito Carlos Esteves 1997-1998???
No final de 2024, a antiga Gestão Municipal reintegrou mais de 130 servidores.
Segundo reunião feita pelo advogado da causa dos servidores, o mesmo aguardava posicionamento da Prefeitura de Maués. Estamos seguindo para o oitavo mês do ano. E a questão dos servidores por sua vez, sem muita importância. “Lambe Sapados”, afirmam “quem está dentro, tá dentro” e “quem está fora, tá fora”. Para quem prometeu durante a companha eleitoral “Reintegrar” e “indenizar”, esse negócio vai dar “pano pras mangas”.

TELHADO DE VIDRO

Em um passado não muito distante, uma candidata e apoiadores cobravam asfaltamento das vias urbanas da Cidade, da estrada do Bacabal, e dos loteamentos municipais, como a Horta Comunitária, Nova Esperança e outros. Tendo em vista que Asfalto é produto caro para a realidade do interior. Diziam: ” Maués tem usina de asfalto e não asfaltam a cidade, porque não querem”. No entanto, o discurso é espada de dois gumes, a candidata, hoje Prefeita, com quase um ano a frente da administração da Velha Mundurukânia, enfrenta a dura realidade, sem articulação, asfaltamento é realidade distante.
Há dois meses, anunciaram com barulho e grande movimentação a chamada “Operação Tapa Buraco”, só desperdício de dinheiro público. E os buracos só aumentaram.
Na Política Interiorana Amazonense, servir a dois “deuses”, tem consequências. Uma hora a conta chega e cara.
E não vai adiantar inventar desculpas para camuflar a falta de articulação política. O povo Maueense por sua vez, cobra. Tomara que o Governo do Estado, asfalte, caso isso não aconteça. Qual será a desculpa?
Era fácil falar, quando se conhece os caminhos. E quem não conhece, acaba virando refém do que fala. Ontem foi pedra, hoje é telhado de vidro. Fato!!!